terça-feira, 28 de abril de 2009

ROUBANDO IDÉIAS ou O MAL DA AMNÉSIA

Até que eu gostaria de não estar, mas estou... Imaginem uma preguiça cansada com a cabeça lesa sem conseguir pensar em absolutamente em nada... SOU EU.

Ideias em excesso são prejudiciais à saúde.

É deveras complicado. Mas é verdade.

Bem, amigos (Putz! Ando pior que o Galvão.)... Não habito mais o burgo duartino, logo, algumas vezes sinto saudade de algumas coisas em Olinda. Porém, das coisas que sinto falta a praia é a mais estranha. Sinto falta dela ao mesmo tempo que me sinto alforriado de certas imagens macabras.

Como estamos vivendo o período de mais um CINE-PE faço questão de lembrar de um curta exibido em 2005 (Perdoem-me se estou enganado com a data) chamado "Mais um Domingo" do visionário diretor Daniel Barros. O filme fala por si só, muito embora, porém e todavia caberia uma tese de doutorado antropológico entre outros universos acadêmicos. Como estou com a mente em frangalhos me abstirei de fazer comentários sobre o filme ou de qualquer outro assunto no momento.

O filme é ótimo. Assisti inúmeras vezes (Realmente gostei e sempre vejo quando mostro para alguém) e divido com vocês. Peço licença ao Daniel Barros e seu pessoal para colocar seu filme em meu post.

As conclusões sobre o filme são de vocês. Quando minha cabeça estiver melhor eu volto.

Como não pude fazer isso até o presente momento fa-lo-ei agora: PARABÉNS DANIEL!

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"Agora... Nós vamo invadir sua praia"

domingo, 19 de abril de 2009

A LUZ DA SABEDORIA IGNORANTE ou O MAIOR POST DA HISTÓRIA

Para Nilson: Porque ele odeia post grande. Perdemos o amigo, mas a piada está salva.
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A melhor coisa de ser um escritor barato, um escritor marginal, é o fato de se poder falar exatamente aquilo que se pensa sem necessariamente estar focado em um tema específico ou até mesmo a uma linha de raciocínio metódico e muitas vezes bitolador. Tenho formação acadêmica como pesquisador (E... Pasmem! Não é que alguns dizem que sou bom nisso?!), mas na maioria das vezes (Pra não dizer sempre) sou a-acadêmico.
Abracei a idéia de escrever no blog (Sob um título – enorme por sinal – que expressa exatamente seu objetivo – Pensamentos Soltos De Uma Mente Noir) meio que sem querer para aliviar minha cabeça e suas dores. Outra inquietação era as perdidas noites de insônia. Acredito que não mereço passar muitas horas em claro tentando entender as loucuras de James Joyce (embora ele seja O cara da literatura moderno-contemporânea do século XX) expressas em Ulisses.
A mente humana é uma das coisas mais extraordinárias e mais loucas do universo. Criamos tudo que acreditamos existir, inclusive monstros, alienígenas e Deus.
Por favor, não joguem pedra nem bosta na pobre da Geni, ou melhor, em mim. Não estou aqui para ser “o poeta de um mundo caduco. Também não cantarei o mundo futuro” tal qual o Drummont não cantou. Não vim aqui para esclarecer nada, vim para ser Abelardo e transformar o mundo na chacrinha tal qual meu conterrâneo fustigava. Meu negócio é confundir. Quero entender a pergunta muito mais que saber a resposta. Como diria o autor de “Eneida” – “fartamo-nos de tudo, menos de compreender”.
Quando adolescente eu me achava simplesmente fantástico. A modéstia era algo que passava a anos-luz de mim. A modéstia era para os medíocres.
Imaginem um garoto idiota – eu era infinitamente pior. E eu nem era o melhor aluno da turma, estava bem distante do meu amigo Humberto. Meu problema pode ter sido uma porcaria de um teste de QI que fiz aos 12 anos de idade – 134 era um número bem expressivo para um adolescente com uma mente totalmente virgem.
Tenho consciência que apresento meus lampejos de genialidade (Calma, amor! Eu juro que não estou me achando). Considero-me um gênio, sobretudo pelo fato de encontrar problemas. Hans Krailsheimer, um aforista alemão, falava que os “talentos encontram soluções. Gênios encontram problemas”. Já o maior filósofo chinês da antiguidade, Confúcio, dizia-nos: “Não procuro saber as respostas, procuro compreender as perguntas”. É exatamente nisso que me empenho – compreender as perguntas. Perguntar, fazer a mente trabalhar pra que ela não se transforme numa massa podre e infértil também é um objetivo presente na minha doentia cabeça. Lançando mão do ato de apoderar-se das idéias dos outros cito o cartunista e escritor americano James Thurber e expresso que “melhor é perguntar algumas questões do que saber todas as respostas”, haja vista a total ignorância daquele que se julga um sábio, pois “sábio é quem recolhe a sabedoria dos demais”. Ótima essa, não?! Pois é, infelizmente também não é minha. É do escritor espanhol Juan Guerra Cáceres.
Antes de qualquer coisa sou um leitor. Leio tudo que tem letras. Embora algumas vezes eu não entenda nada que está escrito. Tem coisas que se apresentam com tal incongruência inexorável que só um ortodoxo ou um douto na arte de desmistificar a hermenêutica da filosofia metafísica seria capaz de entender a própria cosmogonia universal a luz do racionalismo druida ou oráculo de civilizações desaparecidas antes do armagedon ou qualquer escatologia apocalíptica nos idos tempos onde à etimologia das palavras não tinham tanta importância quanto à explicação do zeitgeist de Johan Herder ou Georg Hegel muito antes da Crise da Razão Histórica e quiçá do Fim da História.
Ufa!!! Imaginem o Ariano Suassuna cantando um funk desses. Rutheford e Bohr é fácil. Queria ver é ele dizer algo assim. E olhem que eu nem disse nada. Poderia muito bem partir da Teoria dos Sistemas para a Teoria do Caos, passando pelos Simulacros de Jean Baudrillard, enganando o diabo de Goeth antes que os satanistas laveyanistas me convencessem que o dogmatismo deles era mais plausível que o ceticismo e que nenhuma ciência cognitiva me explicaria melhor o mundo como vontade e representação de um pessimista como Schopenhaur ou como um trágico como Nietzche, muito embora Deus estivesse morto, “assim falou Zarathustra”. Se for mentira é dele e não minha. Isso porque me perdi no primeiro paradigma ontológico (não antológico) da realidade semiótica ora exposta, visto que tudo que fora exposto anteriormente serem bem mais amplos que o holismo aristotélico.
Hãn???? Perdoem-me pelos meus risos, amigos. Será que um ‘boçal’ como eu riria com uma “Pegadinha do Mução”? É claro que sim. Primeiro porque não sou boçal (É sério). Sou um total ignorante. Eu não sei absolutamente de nada (Às vezes é que dou uma dentro). “Só sei que nada sei” – me diria Sócrates. Ele estaria coberto de razão. Não a razão criticada por Immanuel Kant. Mas a razão que admite que quanto mais sabemos mais sabemos que não sabemos de nada. Admirável mundo novo, caro Aldous Huxley. Passamos de 1984 e não aprendemos nada com George Orwell e suas visões nostradámicas. É lamentável que continuem a existir donos da verdade. O que vem a ser a ‘verdade’? Será que é aquilo que aprendemos desde nossos berços maternos ou algo que vá bem mais além que a vã filosofia shakespeareana?
Há pouco tempo tive conhecimento de uma falha na mente humana que a deixava paralisada com as ditas verdades – crenças e idéias – impostas às mentes infantis, muitas vezes contrárias à realidade (Afinal de contas o que é a realidade? Bem, deixa a metafísica um pouco de lado e voltemos).
A referida paralisação da mente é conhecida pela palavra neologista logosófica (Logosofia, embora eu não seja um expert no assunto, é uma espécie de filosofia de vida que busca um mundo mais harmônico e livre da ‘dominação’ de uma realidade deturpada. Aqui na América Latina o educador argentino Carlos Bernardo González Pecotche é o maior nome. Etimologicamente a logosofia seria o estudo do saber. Para dá uma de Aurélio. Logos do grego = Estudo /Sophia do grego = Sabedoria) de PSIQUIÁLISE. Quando se imputa a uma criança, ou seja, uma mente vulnerável, o certo e o errado, ela está sujeita a todo tipo de embustes e mentiras. Algumas mentiras ditas de formas tão convincentes e metódicas que as tornam inquestionáveis pelo resto das suas vidas. Contudo, a mente humana é inquieta, ela busca pela verdade, pela sabedoria, ela deseja saber sobre a existência humana, sobre Deus, sobre o sentido da vida. Porém, a manipulação e a dominação física e/ou psicológica cega o homem, negando-lhe a verdade oculta pela escuridão de seus próprios pensamentos, transformando-o numa massa corpórea uniforme conduzida a aceitar ingenuamente e docilmente a cooptação ao caminho do erro. Logo, carecendo de um retorno à luz da sabedoria escrita nas alturas do Olimpo, muito além das sombras de Platão.
A rotina estéril que nos é imposta diariamente limita-nos a levar uma vida enfadonha que muitas vezes culmina num suicídio.
Ah, Rafael! Vivemos num mundo capitalista. Nem vem com teu materialismo histórico de Marx pro meu lado. Precisamos de dinheiro.
Concordo totalmente. Mas, qual o país onde mais se comete suicídio? Será uma tal de Suíça? Bem, deixa isso pra lá.
Nem tanto a Deus nem ao Diabo, nem ao céu ou ao inferno, muito menos ao maniqueísmo. O que seria do mundo sem a dicotomia do faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço.
Os nossos pais geralmente nos ditaram o que era o certo. Mas será que eles sabiam o que era o certo. Exemplificarei de maneira extremamente simplista para concluir meu longo raciocínio.
Meu pai não tem time de futebol. Ele torce pelo time que ganha. Meu time de coração é o Sport Club do Recife, um dos três maiores clubes de futebol do estado de Pernambuco. Virei torcedor deste time quando era um garoto imberbe por amizade a um vizinho (Obrigado, Renné). Mas por que não torci pelo Náutico ou o Santa Cruz? Afinal de contas o Náutico era hexacampeão pernambucano e o Santa tri-super-campeão (Ohhhh!!!). Nasci no ano de 1981, ano que meu time de coração conquistou um super-campeonato, sagrando-se bicampeão e tricampeão estadual no ano seguinte. De 1981 até 2009 (ano que estamos) meu time conquistou 16 títulos estaduais (desses, eu lembro de 14, ou seja, depois dos meus 7 anos de idade, incluindo um penta (1996-2000) e o atual tetracampeonato), 2 regionais, 3 nacionais e duas participações na Libertadores da América. Eu tenho uma sobrinha linda (Heloísa) que no ano passado gravou um maravilhoso vídeo sobre o tricampeonato do Sport. Hoje do alto de seus 3 anos de idade, ela se vê psicologicamente impedida de gritar TETRACAMPEÃO, pois seu pai (Um sofredor. Perdão, ato falho, um tricolor) a convenceu que Sport era palavrão e que seu time de coração era o “mais querido”, ou seja, o Santa Cruz.
Agora imaginem quantas coisas as crianças não tomam como verdade absoluta por imposições deturpadas pelos seus pais ou outro formador de opinião. É óbvio que isso tudo faz parte de uma brincadeira séria. Afinal de contas... Eu sou... TETRACAMPEÃO!!!

PELO SPORT TUDO! Inclusive esquecer os pensamentos que fazem minha cabeça doer. Pensar dá muito trabalho.

Quanto ao sentido da vida... Ariano tem razão... O físico dinamarquês Niels Bohr é o cara: “O sentido da vida baseia-se em não haver sentido nenhum em dizer-se que a vida não tem sentido”.

Se acha que estou errado assista ao vídeo.
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Cazá, cazá, cazá, cazá, cazá... A turma é mesmo boa. É mesmo da fuzarca. SPORT! SPORT! SPORT!”

terça-feira, 14 de abril de 2009

O DETERGENTE DO TEMPO ou PASSOU, APENAS PASSOU

Começar escrevendo pela introdução é o óbvio. Porém, muitas vezes existe um prefácio ou um prólogo. Então, começarei a postar meus pensamentos noires de agora com duas notas explicativas iniciais.
1- Nilson, meu caríssimo amigo, se você achar este meu post grande, o problema é seu. Te amo mesmo assim.
2- Meu ex-aluno Thiago, você tem toda razão ao me achar contraditório. Estou me expondo muito pra quem alardeava uma enorme aversão pelo Orkut e pelos blogs da vida. Mas estou assim... Uma metamorfose ambulante.


Segunda-feira, 13 de abril de 2009, o que este dia tem de “mais”? Provavelmente tem dois “mais”. Um com “i” e outro sem “i”. Resolvi exorcizar certos fantasmas adolescentes e celebrar a lembrança de eternos ‘amigos’.
Há certo tempo venho matutando idéias sobre o “Muito além do Orkut” para falar sobre o valor da amizade e dos caminhos da vida. Uma colega, colunista da Revista Vip, certa vez falou que amigos do passado são para ficar no passado, haja vista os caminhos escolhidos por esses outrora confidentes forem muitas vezes distantes, e anseios em comum seriam raros.
Concordo e discordo com ela. Nunca retiraria uma amizade do passado. Mas amigos sempre são amigos, independente dos caminhos, ideais, opções e crenças. Tenho amigos hetero, homo, bi, a, pã, careta, viciado, evangélico, católico, candomblé, agnóstico, ateu, conservador, comunista, anarquista, alienado e por aí vai. Tenho meus conceitos e preconceitos, nunca fui hipócrita. Contudo, acho que agora perto dos 30 devo perdoar meu “eu” adolescente.
Ser adolescente é: se decepcionar com alguém que julgávamos ser nossos grandes amigos, é se apaixonar perdidamente pela nossa(o) melhor amiga(o), é falar um bocado de besteira e achar que tudo isso é verdade (Perdão, achar não, ter certeza). Porém, com o tempo a testosterona vai diminuindo e a maturidade vai batendo e observamos o monte de porcarias que a gente falava. Possivelmente eu fui (e sou) o cara que mais falava porcaria que eu conheci. Meus pais, familiares e amigos foram e são testemunhas disso... Mas, voltando...
Este ano completa dez anos que concluí o Ensino Médio e muitos dos meus ex-colegas ficaram junto ao birô do professor do colegial, ou seja, a amizade não durou ao cruzar dos umbrais escolares. Porém, muitas das minhas amizades foram encerradas antes mesmo do fim deste período da vida. Quero pedir PERDÃO a todos àqueles que eu magoei de alguma forma com atitudes infantis típicas de uma pessoa com mente em formação. Ao mesmo tempo estou me munindo de um poder ímpar ao dizer que PERDOO todos que de alguma forma me magoaram. Não serei leviano e citar nomes que possam comprometer alguém. Entretanto, citarei nomes de algumas pessoas que fizeram parte da minha vida e que nunca esqueci e nem esquecerei e, possivelmente, ganharão posts individuais no futuro.

Rafael Ribeiro: Desse não faço questão de dizer muito agora, a não ser que é nada menos que um irmão.

Os três mosquiteiros: Hélio, Duda e Ênio. Pessoas que amo muito. Ênio, possivelmente foi meu amigo mais importante quando meu xará foi pra Brasília em 1998. Hoje em dia Duda é o que mais vejo. Mesmo assim vez perdida. Ênio está casado e tem um filho (Caio) que já está enorme. Hélio e sua linda esposa estão felizes no Norte. Duda vem enrolando Flavia há... deixa pra lá.

As meninas: Cláudia, Mirela, Pollyana, Annalice, Carol e Waleska. É óbvio que tinha muito mais meninas naquela A-17 e B-16 do Atual de Olinda. Mas elas eram as que possivelmente eu mais mantive contato. De Annalice e Waleska pouco sei. Imagino que Annalice seja advogada. Carol soube que está casadíssima. Mirela é médica e está completa com seu amado marido. Cláudia também se encontra casada. Já Pollyana foi minha grata descoberta da internet, tornou-se a artista que eu imaginara que se tornaria.

The Surfaces: De Fábio, Thiago Tavares, Rodolfo e André Luis já falei tempos atrás. Amigos que me acompanharam também na turma de Humanas no 3º ano. Amo-os muito.

Humberto: Bem, Betão faz séculos que não tenho notícias, mas este eu conheço desde tenros cinco anos de idade. Estudamos juntos da alfabetização até o fim do Ensino Médio. É sem dúvidas um grande sujeito, uma mente brilhante. Admiro, respeito e amo.

Em meados de 1998 tive meus motivos particulares para mudar de turma e fui estudar com o pessoal da B-17, turma de meu amigo Fábio Manzano Renesto e da minha irmã-afim Alyne Anne, ou seja, não estava só.

FMR: Fábio sempre foi meu amigo desde a época do Imaculado. Passou um tempo na Europa e agora está de volta. Tatuagens depois, está casado e tem um filho lindo.

Acerolas: No 2º ano aconteceu uma feira agropecuária – espécie de feira de ciências – e meu grupo era o de Alyne. Era formado por 12 pessoas, apenas três homens. Contudo, excetuando a minha pessoa, os outros dois membros masculinos tinham a opção sexual questionada pelos alunos da B-17. Se eram ou não eram, nunca me importei. Porém, de algumas pessoas desse grupo faço questão de falar. Alyne é minha irmã e nossas famílias estão unidas por natureza. Mariana foi uma grande parceira intelectual – fantásticos 10, hein?! Renata Prado foi uma grande amiga. Sinto sua falta. Encontrei ano passado no carnaval, hoje ela é advogada. A sua Xará sei que é muito amiga de Alyne e com dez anos de atraso digo: Obrigado pelas palavras! Nunca esqueci. Você foi nobre com seu bilhete. Shirley Andrade foi uma confidente nos anos de 98 e 99. Segredos continuam comigo. Sei que hoje está casada. Ana Luisa (Belo nome por sinal) também está casada e feliz. Carol (Bóia), continuo te devendo aquele livro que eu escrevia nos passados tempos, lembra?! Acredito que hoje seja psicóloga.

Muitas histórias estão na minha mente, na minha lembrança, mas as mágoas que por muito tempo me acompanharam não existem mais. Sinto-me renovado após isso. O mundo já possui muitos sentimentos negativos para que percamos tempo com mesquinharias. Hoje encontro meus ex-colegas em virtuais ambientes e os vejo mais bonitos (ou nem tanto), mais gordinhos (ou não), mais carecas (ou mais peludos), casados (ou separados), com filhos (ou cachorros)... Contudo, sei que todos tocam suas vidas, independente de mim, independente de quem fomos e independente de quem seremos. A vida é como é. Independe dos filmes que vejo no Cine-PE.

“Mesmo que o tempo e a distância digam: NÃO. Mesmo esquecendo a canção.”